sexta-feira, 12 de agosto de 2011


Mapa de Abiz Ab Saber


Principais unidades do relevo brasileiro ( Aziz Ab’Saber )

Unidade do relevo: 

Ao longo dos séculos o relevo brasileiro já recebeu várias subdivisões, porém existem tres mais importantes as quais vamos estudar conhecer.
 
A primeira delas foi elaborada pelo professor Aroldo de Azevedo em 1940, que dividiu o território brasileiro em 8 unidades de relevo: 4 planatos e 4 planícies. Veja o mapa abaixo: 



Ná década de 60, essa divisão foi reelaborada pelo professor Aziz Ab’Saber, assim o território brasileiro ficou dividido em 10 unidades de relevo: 7 planaltos e 3 planícies. Veja o mapa abaixo:



A subdivisão mais atual do nosso relevo foi apresentada pelo professor Jurandyr Ross na década de 90, que se fundamentou num levantamento detalhado do território brasileiro realizado pelo projeto Radambrasil, que contava com um sistema de radares capazes de obter imagens detalhadas do relevo brasileiro. Assim, Ross fragmentou o terriório brasileiro em 28 unidades de relevo: 11 planaltos, 11 depressões e 6 planícies. Veja o mapa abaixo:



Veja abaixo as características dessas unidades de relevo: 

Planaltos 

Planalto da Amazônia Oriental 

Planalto sedimentar que se estende de Manaus até o oceano Atlântico e constitui os limites norte e sul daBacia Amazônica. Apresenta topos arredondados, onde se encontram alguns morros residuais de topo plano. Em seu limite norte, o relevo é escarpado e definido por uma frente de cuesta. Esse planalto tem uma altitude média de 400 metros e é recoberto por mata densa, onde se desenvolvem a seringueira e o cacaueiro. 

Planaltos e Chapadas da Bacia do Parnaíba 

São formados por terrenos de uma bacia sedimentar, ocupando um vasto território que se estende doMaranhão até Brasília. As formas chapadas são predominantes neste tipo de planalto. 

Planaltos e Chapadas da Bacia do Paraná 

São dominados pela presença de terrenos sedimentares com formação arenítico-basálticas. Estendem-se de Goiáis até o Rio Grande do Sul, abrangendo a faixa ocidental dessa região. Suas altitudes atingem cerca de 1.000 m. 

Planaltos Residuais Norte-Amazônicos 

Estendem-se desde o Amapá até o norte do estado do Amazonas, com altitudes que variam de 600 a l 000 metros, chegando a atingir 3 000 metros nas partes mais elevadas. Têm a forma de áreas serranas descontínuas e são constituídos de rochas cristalinas. Essas formas residuais correspondem principalmente às serras de Tapirapecó, Imeri, Parima, Acaraí, Tumucumaque e do Navio, na qual se explora o minério de manganês. 

Nessa unidade de relevo encontram-se os picos mais elevados do Brasil: o pico da Neblina, com 3 014 metros, e o pico 31 de Março, com 2 992 metros, ambos situados no estado do Amazonas. 

Planaltos Residuais Sul-Amazônicos 

São planaltos cristalinos que se estendem desde o sul do Pará até Rondônia. Têm o aspecto de uma vasta área plana com morros de topos arredondados, distribuídos pelo espaço de forma descontínua. Ao lado desses morros encontram-se áreas de coberturas sedimentares antigas, que apresentam topo plano e correspondem às chapadas, como a do Cachimbo. Nessa formação, localiza-se a serra dos Carajás, onde há grande ocorrência de minerais, como ferro, manganês, cobre e ouro. 

Planalto e Chapada do Parecis 

São planaltos que se estendem no sentido leste-oeste, indo do Mato Grosso até Rondônia, caracterizados pela presença de terrenos sedimentares. Suas altitudes atingem cerca de 800m. Apresentam o relevo de chapadas de topo plano que servem como divisores de águas das bacias do Amazonas-Paraguai. 

Planalto de Borborema 

São terrenos de formação pré-cambriana localizados no leste de Pernambuco, apresentando um grande núcleo cristalino isolado. Sua altitudes atingem cerca de 1.000m. 

Planalto Sul-Rio-Grandense 

Está localizado no sul do Rio Grande do Sul. Suas altitudes não ultrapassam os 450m. 

Planaltos e Serras do Atlântico Leste-Sudeste 

De formação pré-cambriana, ocupam terrenos, em sua maior parte cristalisanos, que se estendem de Santa Catarina até a Bahia. São caracterizados pelas serras de altitudes elevadas que podem apresentar mais de 2.000m., como é o caso da Serra da Mantiqueira com 2.890m. de altitude. 

Nestes planaltos também podemos encontrar as serras do Mar e do Espinhaço, além de fossas tectônicas como o vale do Paraíba do Sul. 

No reverso das serras, há o domínio de superfícies bastante acidentadas caracterizadas por morros baixos e convexos, denominadas como mares de morros.

Esquema da fossa tectônica


Planaltos e Serras de Goiás – Minas 

São terrenos predominantemente cristalinos, de formação antiga, que se estendem de Brasília até o sul de Minas Gerais. Sua altitudes atingem cerca de 1.960m. Podemos destacar nesta área as serras da Canastra e Dourada e as chapadas próximas do Distrito Federal e dos Veadeiros. 

Serras Residuais do Alto Paraguai 

São terrenos predominados por rochas cristalinas e rochas sedimentares antigas, e compõem o cinturão orogênico Paraguai-Araguaia. Estão concentrados ao sul e ao norte do Pantanal Mato-Grossense. 

A porção Meridional corresponde à Serra da Bodoquena, e a porção setentrional corresponde à Província Serrana. 

Depressões 

Depressão da Amazônia Ocidental 

Limita-se com as depressões Norte-Amazônica e Sul-Amazônica, sendo cortada, como o Planalto da Amazônia Oriental, pela Planície do Rio Amazonas. Possui terrenos baixos, com altitudes inferiores a 200 metros, com topos planos sustentados principalmente por rochas sedimentares. 

Depressão Marginal Norte-Amazônica 

Está localizada entre os Planaltos Residuais Norte-Amazônicos, ao norte, e a Depressão da Amazônia Ocidental e o Planalto da Amazônia Oriental, ao sul. Sua altitude oscila entre 200 e 300 metros; no limite norte, apresenta escarpas e, ao sul, frentes de cuesta. 

Depressão do Araguaia-Tocantins 

Localiza-se na região central do Brasil, acompanhando o rio Araguaia. Suas formas de relevo são quase planas e de baixas altitudes que não passam de 350m. 

Depressão do Tocantins 

Terrenos geralmente de formação cristalina pré-cambriana, acompanham o rio Tocantins. Apresentam altitudes que atingem em média 400m. 

Depressão Cuiabana 

São terrenos localizados na parte central do Brasil, caracterizados pela presença de terrenos sedimentares e de altitudes moderadas que oscilam entre 150 a 400m. 

Depressão do Alto Paraguai-Guaporé 

Caracteriza-se pelo predomínio de rochas sedimentares. Está localizada no extremo norte da Planície do Pantanal e a Chapada dos Parecis, no Mato Grosso. Sua altitudes variam entre 150 a 200m. 

Depressão do Miranda 

Situada no Mato Grosso do Sul, nas proximidades do Pantanal com predominio de rochas cristalinas pré-cambrianas. É cortada pelo rio Miranda e com altitudes que não passam de 150m.
 
Depressão Sertaneja e do São Francisco 

É considerada uma das mais longas depressões, estendendo-se do litoral do Nordeste setentrional até o interior de Minas Gerais, acompanhando quase todo rio São Francisco. Suas formas e estruturas geológicas são variadas, com predominio de terrenos sedimentares e cristalinos, podemos destacar o norte da Serra do Espinhaço (Chapada Diamantina) ou Chapada das Mangabeiras. 


Chapada Diamantina

Depressão Periférica da Borda Leste da Bacia do Paraná 

É uma ampla faixa de terra que se estende de São Paulo até a fronteira do Rio Grande do Sul com Santa Catarina. Suas formas são moderadamente enrugadas e suas altitudes variam entre 600 e 900m. 

Em São Paulo é conhecida como Depressão Peroférica Paulista e no Paraná como Segundo Planalto. 



1 – Rochas Eruptivas 
2 – Planalto Sedimentar 
3 – Depressão Periférica 
4 – Planalto Cristalino ou oriental 
5 – Baixadas e bacias sedimentares 

Depressão Periférica Sul-Rio-Grandense 

Está localizada nas terras sedimentares drenadas pelas águas dos rios Jacuí e Ibicuí, no RS. Suas altitudes atingem em média 200m. 

Planícies 

Planície do Rio Amazonas 

Corresponde a uma faixa que acompanha as margens do rio Amazonas e de alguns de seus afluentes. Está delimitada por terrenos do Planalto da Amazônia Oriental, a leste, e da depressão da Amazônia Ocidental, a oeste; sua área mais ampla situa-se na ilha de Marajó. 

Sua superfície está coberta por uma mata densa e por áreas alagadas. Nesses trechos inundados, desenvolve-se a mata de igapó, que estudaremos adiante. 

Planície do Rio Araguaia 

Estende-se pelas regiões Norte e Centro-Oeste. É uma região plana, com altitudes de até 200 metros, constituída por sedimentos recentes. A vegetação predominante é de cerrados abertos e campos limpos. 

Planície e Pantanal do Rio Guapóré 

Ocupa trechos do estado de Rondônia e da Região Centro-Oeste. É uma forma de relevo plana e pantanosa, com altitude média de 200 metros. 

Planícies e Tabuleiros Litorâneos 

Encontrados no litoral do Pará e do Amapá, são formados por sedimentos recentes de origem marinha. Nas proximidades da ilha de Marajó, misturam-se aos sedimentos carregados pelo rio Amazonas. 

Planície e Pantanal do Rio Paraguai ou Mato-Grossense 

É uma área que ocupa a parte mais ocidental do Brasil Central, estendendo-se também pela Bolívia e Paraguai. Suas altitudes não ultrapassam os 100m acima do nível do mar. É caracterizada pela doposição sedimentar recente, no verão-outono o rio causa inundações e esse alagamento origina as “bacias” ou toponímia local. 



Baías do Pantanal Mato-Grossense

Planícies das Lagoas dos Patos e Mirim 

Sua formação é digna das correntes marinhas que depositam sedimentos em quase todo o litoral gaúcho, estendendo-se também para o Uruguai.


Características gerais do relevo Brasileiro !

Características Gerais do Relevo Brasileiro
O relevo brasileiro é de formação antiga em sua base (100% cristalina). Já foi muito
desgastado pela erosão, apresenta altitudes moderadas, não sofreu a atuação dos
dobramentos modernos, não apresenta vulcões ativos ou terremotos de grande intensidade. É estável e dominado por planaltos, planícies e depressões. Em sua superfície encontramos 60% de rochas sedimentares (importante porque podem apresentar ocorrência de combustíveis fósseis), 36% de rochas cristalinas, onde
encontramos jazidas de minérios (correspondendo a aproximadamente 4% de terrenos cristalinos do Proterozóico) e 4% de rochas vulcânicas, onde se destaca o solo terra-roxa, resultante da decomposição do basalto. Encontramos também
em nosso relevo as cuestas, chapadas, escarpas de planalto, inselbergs e pediplanos.
Planaltos - superfícies relativamente planas onde predomina o processo de erosão. São delimitados por escarpas freqüentemente chamadas de serras. Geralmente localizados acima de 200 m de altitude.
Planícies - superfícies aplainadas formadas por sedimentação e de baixa altitude (geralmente abaixo de 200 m de altitude) .
Depressões - formas de relevo mais baixas do que as regiões vizinhas. Podem ser absolutas, quando abaixo do nível do mar, ou relativas, quando acima do nível do mar.
Chapadas - forma planáltica de superfície aplainada (tabular) e encostas de declive
acentuado ou quase verticais.
Cuestas - relevo dissimétrico formado por diferentes camadas de rochas (basalto sobre
arenito) com uma porção frontal (front) côncava e inclinada e uma porção posterior (reverso) de declive suave. À sua frente podem aparecer morros testemunhos que indicam a posição da cuesta em tempos passados.
Pediplanos - superfícies muito aplainadas e muito erodidas típicas de regiões com clima de reduzida umidade.
Inselbergs - formas residuais que se destacam em meio aos pediplanos do sertão e que
resistiram à erosão devido à composição de suas rochas.
Montanhas - elevações do relevo resultantes de movimentos da crosta como os falhamentos em estruturas cristalinas (montanhas antigas) ou dobramentos (montanhas jovens). Um agrupamento de montanhas constitui uma serra que, se muito extensa e elevada, é chamada de cordilheira.
CUESTA (Observe o front e o reverso)
CHAPADA (topo aplainado, lados abruptos)
MAR DE MORROS (relevo ondulado)

Estrutura Geológica do Brasil


Área de mineração na Serra dos Carajás, nesse local é extraído minério de ferro formado em escudos cristalinos.
A realização de estudos direcionados ao conhecimento geológico é de extrema importância para saber quais são as principais jazidas minerais e quantidade que existe no subsolo. Tal informação proporciona o racionamento da extração de determinados minérios, de maneira que não comprometa sua reserva para o futuro. 

A superfície brasileira é constituída basicamente por três estruturas geológicas: escudos cristalinos, bacias sedimentares e terrenos vulcânicos. 

• Escudos cristalinos: são áreas cuja superfície se constituiu no Pré-Cambriano, essa estrutura geológica abrange aproximadamente 36% do território brasileiro. Nas regiões que se formaram no éon Arqueano (o qual ocupa cerca de 32% do país) existem diversos tipos de rochas, com destaque para o granito. Em terrenos formados no éon Proterozoico, são encontradas rochas metamórficas, onde se forma minerais como ferro e manganês. 

• Bacias sedimentares: estrutura geológica de formação mais recente, que abrange pelo menos 58% do país. Em regiões onde o terreno se formou na era Paleozoica, existem jazidas carboníferas. Em terrenos formados na era Mesozoica, existem jazidas petrolíferas. Em áreas da era Cenozoica ocorre um intenso processo de sedimentação, correspondem às planícies. 

• Terrenos vulcânicos: esse tipo de estrutura ocupa somente 8% do território nacional, isso acontece por ser uma formação mais rara. Tais terrenos foram submetidos a derrames vulcânicos, as lavas deram origem a rochas, como o basalto e o diabásio, o primeiro é responsável pela formação dos solos mais férteis do Brasil, a “terra roxa”

Um pouco sobre o relevo :
O território brasileiro pode ser dividido em grandes unidades e classificado a partir de diversos critérios. Uma das primeiras classificações do relevo brasileiro, identificou oito unidades e foi elaborada na década de 1940 pelo geógrafo Aroldo de Azevedo. No ano de 1958,  essa classificação tradicional foi substituída pela tipologia do geógrafo Aziz Ab´Sáber, que acrescentou duas novas unidades de relevo.
Classificações de relevo 
Uma das classificações mais atuais é do ano de 1995, de autoria do geógrafo e pesquisador Jurandyr Ross, do Departamento de Geografia da USP (Universidade de São Paulo). Seu estudo fundamenta-se no grande projeto Radambrasil, um levantamento feito entre os anos de 1970 e 1985. O Radambrasil tirou diversas fotos da superfície do território brasileiro, através de um sofisticado radar acoplado em um avião. Jurandyr Ross estabelece 28 unidades de relevo, que podem ser divididas em planaltos, planícies e depressões.
Características do relevo brasileiro 
O relevo do Brasil tem formação muito antiga e resulta principalmente de atividades internas do planeta Terra e de vários ciclos climáticos. A erosão, por exemplo, foi provocada pela mudança constante de climas úmido, quente, semi-árido e árido. Outros fenômenos da natureza (ventos e chuvas) também contribuíram no processo de erosão.
O relevo brasileiro apresenta-se em : 
Planaltos–  superfícies com elevação e aplainadas , marcadas por escarpas onde o processo de desgaste é superior ao de acúmulo de sedimentos.
Planícies–  superfícies relativamente planas , onde o processo de deposição de sedimentos é superior ao de desgaste.
Depressão Absoluta - região que fica abaixo do nível do mar. 
Depressão Relativa
– fica acima do nível do mar . A periférica paulista, por exemplo, é uma depressão relativa.
Montanhas–  elevações naturais do relevo, podendo ter várias origens , como falhas ou dobras.

Massas de ar no Brasil / mapa

Para compreender melhor o estudo dos climas do Brasil é fundamental observar primeiro a caracterização e a dinâmica dasmassas de ar que atuam em nosso território pois são estas porções da atmosfera com características próprias de temperatura, umidade e pressão é que determinam ou modificam os tipos climáticos existentes em nosso país.
obs: Alunos das turmas 3001, 3002 e 3003 Faça a impressaão desta postagem e leve para sala na proxima aula 21/3

Massa Equatorial Continental ( mEc ) Com características quente ( baixa latitude) e úmida (área de muitos rios e domínio da floresta equatorial) originada na Amazônia ocidental, exerce influência em quase todo país durante o verão do hemisfério sul.É responsável pelas altas temperaturas e altos índices pluviométricos da região da Amazônia .


Massa tropical atlântica ( mta) Também de características quente e úmida origina-se no atlântico Sul e atua em toda faixa litorânea brasileira que se vai do Nordeste ao sul do Brasil. O encontro desta massa de ar com a Polar atlântica que chega da Argentina principalmente durante o inverno, provoca as tão famosas e odiadas frentes frias tão freqüentes não só aqui em nossa cidade, como em toda região sul e sudeste. Também nessas regiões, o encontro desta massa com as áreas de relevos mais elevados da Serra do Mar provocam as chuvas orográficas ou de relevo durante todo ano.


Massa polar Atlântica – ( mpa)Por ser formada no oceano no litoral sul da Argentina ,apresenta características fria e úmida. Ao penetrar no Brasil, pode tomar três direções distintas, provocando os seguintes fenômenos : Frentes frias quando sobe pelo litoral e encontra a mTa (já explicado anteriormente )"Friagem” –quando penetrando pelas planícies da área central do país chega ao oeste da Amazônia causando queda brusca de temperatura .E finalmente quando sobe pelos vales e serras do Sul do Brasil provoca a formação de geada , precipitação de neve ou fortes ventos como o Minuano e o Pampeiro
Massa Tropical Continental ( mTc) Origina-se na área de depressão do Chaco Paraguaio , área de altas temperaturas e pouca umidade portanto apresenta características quente e seca. Atua principalmente na região do centro-oeste e em partes do sul e sudeste durante os períodos de outono inverno. Pode provocar ainda o bloqueio atmosférico que impede a chegada de massa de ar frio vindo do sul nos meses de maio e junho caracterizando o que se denomina de veranico .


Massa Equatorial Atlântica ( mEa) Massa quente e úmida, se forma na porção do atlântico próximo a região equatorial. Durante o verão do hemisfério sul pode descer e penetrar pelo litoral das regiões Norte e Nordeste causando chuvas.

Chuvas orográficas

É originada quando uma massa de ar úmido que se desloca, encontra uma barreira topográfica (serra, montanha, etc), e é forçada a elevar-se, ocorrendo queda de temperatura seguida da condensação do vapor d’água eformação de nuvens. Chuvas orográficas apresentam pequena intensidade, e longa duração. Veja abaixo um esquema de como ocorrem:
Chuva orográfica
Chuva orográfica

Chuvas ciclônicas ou Frontais

Ocorrem no encontro de massas de ar de características distintas (ar quente + ar frio). São caracterizadas por, serem contínuas, apresentarem intensidade baixa a moderada e abrangem grande área. Abaixo seguem as maneiras com que as frentes quentes e frentes frias se distribuem, originando a precipitação (chuva).
chuva ciclonica
Chuva ciclônica ou frontal

Chuvas convectivas

São chuvas causadas pelo movimento de massas de ar mais quentes que sobem e condensam. As chuvas convectivas ocorrem principalmente, devido à diferença de temperatura nas em camadas próximas da atmosfera terrestre. São caracterizadas por serem de curta duração porém de alta intensidade e abrangem pequenas áreas.
Chuva de convecção
Chuva de convecção
Referências bibliográficas:
RONDON, Manoel Afonso Costa. Hidrologia Aplicada. Capítulo 1.